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O AUTOR

Luiz Phelipe Fernandes.

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Para as palavras:

-Edgar Allan Poe; Francisco Buarque de Hollanda; Antônio José Santana Martins; Machado de Assis; Mário Quintana; Fernando Pessoa; Oswald de Andrade; Carlos Drummond de Andrade;  Reinaldo Azevedo; Luis Fernando Veríssimo; Nélson Falcão Rodrigues; Friedrich Nietzsche; Stephen King; Charles Bukowski; Paulo Leminski; Eça de Queiroz; Arthur Rimbaud; Jean-Jacques Rousseau;  Jean-Paul Sartre; Platão; Émile Durkheim; Florbela Espanca; José de Sousa Saramago; Charles Baudelaire; Franz Kafka;  […].

Para as Telas:

– Bruno Barreto; Timothy William Burton (Tim Burton);  Pedro Almodóvar Caballero; Allan Stewart Königsberg  (Woody Allen); David Fincher;  Charles Albert  (Tod) Browning;  Stanley Kubrick; Quentin Tarantino; Glauber Rocha; Martin Scorsese […].

– Vincent Leonard Price Jr.;

[…]

– Comentários serão respondidos.

78 pensamentos sobre “Comente

  1. Rafael disse:

    Oi Luiz, achei por um acaso teu blog e curti muito, teus textos tem um reflexão muito boa.

  2. Luiz Phelipe disse:

    Valeu, Rafael. Seja sempre bem-vindo.

  3. Giulia disse:

    Oi, sou a garota que te mandou o scrap.
    Desculpe-me eu não queria te encomodar, por isso mandei o scrap, mas entendo que aqui é mais apropriado.
    Enfim, só mandei o scrap porque me empolguei em encontrar pessoas que escrevam coisas em que acredito, pois não conheço nenhuma onde estou.
    Encontrei seu perfil no tópico Melhor Foto na comunidade da Amelie, e entrei no blog através da sua página. Novamente parabéns, e acompanharei sempre sem te importunar mais!

  4. Luiz Phelipe disse:

    Incômodo nenhum, senhorita. As opiniões serão sempre aceitas, seja por aqui, seja pelo orkut.

    Obrigado.

  5. HBMS disse:

    Cara, gostei bastante do que li por aqui =)

    Sucesso !

  6. HBMS disse:

    Ah ! Quanto às pessoas que sempre falam as mesmas coisas no aniversário é de praxe xD e as piadinhas também são de lei… Acho que como o aniversário é tido como ‘o dia’ o clima de dizer algo vira quase obrigação.
    Meu problema sempre foi criar alguma coisa pra responder x_X” Ficar repetindo ‘obrigada, obrigada’ me acaba.

  7. Luiz Phelipe disse:

    Acho que o meu problema é quase o mesmo que o seu. A questão não é ouvir o “obrigado”, é reagir a ele! rs.

    Obrigado pela visita. 🙂

  8. Gostei do seu blog!!!
    Como um existencialista , vc procura uma essência única , ser o mestre de seus atos e destino!Muito bom isso…

    =D

  9. Luiz Phelipe disse:

    “Muito bom” é a sua análise. Vivem me analisando de várias maneiras. Achei a sua das mais interessantes.

    Obrigado pela visita.

  10. Rafaella disse:

    Eu estou simplesmente encantada com isso aqui. Achei seu blog em alguma comunidade… Olhei seu perfil no orkut também e fiquei muito feliz em ver que alguém compartilha de valores e ideias como os meus e… não sei explicar, só sei que eu gostei muito do seu jeito (pelo menos o que consigo “ver” pelos textos e por orkut ;D)
    Vou acompanhar seu blog sempre!

  11. Luiz Phelipe disse:

    Muito obrigado, senhorita.
    Seja sempre bem-vinda.

  12. Rafaella disse:

    Eu ia responder seu comentário no meu blog lá mesmo, mas achei que você não ia ver e… Bom, vou responder por aqui…
    Talvez você esteja mais certo mesmo em relação àquele meu texto. Mas não consigo ser tão “objetiva” assim. Bem que eu queria.
    Muito obrigada. Você também será sempre bem-vindo lá. 🙂

  13. Luiz Phelipe disse:

    São pontos de vista, senhorita. No final das contas todos estaremos certos.

    Agradecimento retribuído.

  14. Bárbara disse:

    guri, parabéns pelo blog. tá muuuito bom, eu rabisco algumas coisas também, quem sabe depois a gente não conversa sobre isso, me arrisquei tanto que estou escrevendo um livro. Mas não tô aqui pra fazer uma propagando pra mim, só queria parabenizar mesmo e outra coisa, essa tua foto é em Recife?

  15. Luiz Phelipe disse:

    Obrigado, senhorita. Me manda algum link seu, adoraria acompanhar suas escritas. Não não, a foto é em Goiânia.

  16. Rafaella disse:

    Menino, acho que tenho vindo demais aqui! Mas não consigo deixar de comentar… Esse último texto é muito minha cara (não a parte do vício, haha). Adorei. Parabéns 🙂

  17. Luiz Phelipe disse:

    Ah, então não deixe de vir, nem de comentar.

    O texto também se parece muito comigo. Na verdade se enquadra em muita gente que almeja coisas simples e não entende o fato de não tê-las.

  18. Bruno César (Goiânia) disse:

    Ráááá muleque…

    meneirão seu blog, ta no pico 🙂

    tamo junto.

  19. Luiz Phelipe disse:

    Valeu, Brunão. Um abraço, cara.

  20. HBMS disse:

    Ícones quando morrem deixam um sentimento estranho. Se vier me perguntar eu não digo que só Elvis não morreu o-o, Raul Seixas, Renato Russo, Michael, entre tantos e tantos… nem sei como dizer
    [*depois de mais de cinco min tentando expressar o que sente*]
    é como se eles continuassem vivendo em suas obras já que a sua parte física nunca vou totalmente real para nós, admiradores. O que acontece de verdade são as chances mínimas de irmos a um show deles nesse mundo xD

    /não há nada pior que um artista morto enquanto vive, engolido pela mídia.

  21. HBMS disse:

    obs.: 6ª linha – não é vou e sim foi
    @-@’

  22. Luiz Phelipe disse:

    “O que acontece de verdade são as chances mínimas de irmos a um show deles nesse mundo”. É verdade. Eu ri.

    Eu costumo descer os “astros” do “pedestal” e torná-los mais humanos, mais carne e osso. Para mim isso os torna ainda mais gênios.

    “não há nada pior que um artista morto enquanto vive, engolido pela mídia”. Resumiu bem, o seu recado. Concordo. O pior é a nossa condição; a de aceitar.

  23. Rafaella disse:

    … Só algumas observações.

    “Obrigando a si mesmo em acreditar que essa hora existe, em acreditar que o céu existe e acreditar que – com o perdão da palavra – a merda toda continua.”
    Eu lembrei de mim quando li essa parte e me senti idiota. Mas ainda bem que eu “sei” amar.

    E aquele outro texto: “Ainda tem gente que diz não saber onde a felicidade está. Não é que não sabe, é que não nota.”
    A felicidade está mesmo nas coisas mais simples, como você soube descrever muito bem.

    E, bem, com relação a esse último texto, também vivo a me perguntar: até quando?
    Bom, aqui patriotismo é assistir ao Brasil na copa do mundo. Eu não gosto de futebol. 🙂

  24. Luiz Phelipe disse:

    Excelentes observações.

    Quanto a primeira, não se sinta idiota, sou um pouco cético. Muitas vezes isso vai além da conta nos meus textos.

    Eu até gosto do futebol, mas venho me desprendendo disso também. Os clubes deixaram de ser “federações esportivas” e viraram empresas de negócios.

  25. Marcos Carneiro disse:

    Luiz…
    Bons textos estes teus. Na verdade, é uma boa leitura: faz os leitores ficarem presos às palavras. Nada denso demais. Subjetividade esclarecedora e etc. Gostei. Abraço

  26. Gláu disse:

    Quando procuro blogs, não sei o que realmente quero encontrar. E descubro sempre por acaso.
    Me deparei com esse , já amei de primeira seu estilo de escrever.
    Devo dizer que pessoas inteligentes me intrigam..
    E você está entre elas…
    De qualquer forma, ta favoritado.
    E por favor, continue escrevendo.
    Até a próximo postagem. 😉

  27. Luiz Phelipe disse:

    Que bacana. Gosto quando as pessoas se identificam com meus textos.

    Seja feita a sua vontade; continuarei escrevendo.

    Abraço.

  28. Rafaella disse:

    Eu acho que você não deveria desistir de ser algo a mais do que um “filho da sociedade moderna”. Eu ainda estou tentando…

  29. Luiz Phelipe disse:

    O meu “desisti” é “temporário”. É mais a intenção de elaborar uma ideia agressiva do que uma verdade absoluta. Eu também estou tentando, mas por enquanto tá difícil (risos).

  30. ana flávia disse:

    Ê! achei mais um cantinho pra me esconder nas tardes de quarta feira 🙂

  31. Luiz Phelipe disse:

    Portas abertas! 🙂

  32. Mariana disse:

    Muito bons seus textos, principalmente o de abertura: é um belo incetivo para as pessoas continuarem lendo os próximos e se viciarem um pouco mais. Gostei mesmo, e já está favoritado! 🙂

  33. Luiz Phelipe disse:

    Muito obrigado! Fico feliz que tenha gostado. Essa “aceitação” faz toda a diferença.

  34. Marjorie Bier disse:

    Concordamos em alguns nomes das palavras e em outros das telas… mas, confesso, sou é fissurada nos nomes da vida (encontrei coadjuvantes por aqui… onde estão os outros?).

    Voltarei

  35. Luiz Phelipe disse:

    Os coadjuvantes estão o tempo todo aqui, é só sermos um pouco mais perspicazes. Claro que dou uma particularidade a interpretação do termo (coadjuvante), mas acho que posso ser compreendido. Volte mesmo, senhorita. E obrigado.

  36. VIctor Benevides disse:

    acho que ja te vi em algum lugar.

  37. viniciusreis disse:

    Rapaz, eu li alguns textos. São maravilhosos. Crítica e subjetividade literária na dose certa! O lirismo não comedido, as frases existencialistas e o seu conteúdo crítico e marxista – que pude notar em “O condenado – os personagens” e ratificar nessa página – surgem incrivelmente elaborados nas situações. Sobre o texto do Haiti, fantástico. O melhor que já vi sobre a tragédia, e já vi muitos espalhados pela Internet.
    Sua capacidade de transferir informações não passou despercebida, pelo contrário, ficou exposta – pelo menos para mim – no texto “A esperança se perde aos fatos”. Fui cético em muitas coisas e alguns textos revelam isso, mas sempre vejo uma esperança. Acho que é por isso importante escrever tanto. Parabéns. Teu blog é maravilhoso.

  38. Luiz Phelipe disse:

    Fico extremamente feliz com o elogio, Vinicius. Saiba que havia um bom tempo que não lia/escutava uma análise tão inteligente e íntegra sobre a minha escrita. Acredito que você me analisou melhor do que eu seria capaz. Fico muito feliz mesmo, é muito saber que alguém consegue realmente enxergar o que eu escrevo nas entrelinhas, além das frases e parágrafos. É sempre bem-vindo a retornar. Abraço.

  39. Ainda posso acreditar que há bons escritores no mundo.
    Ameeei o seu blog Felipe, parabéns!

    E como vc mesmo disse: um bom cronits merece um reconhecimento! (acho que é isso, rs)

    Vou voltar hein!

  40. Luiz Phelipe disse:

    Será sempre bem-vinda. Muito obrigado pelo elogio. Passei os olhos em alguns textos seus e pude notar a qualidade. Depois vou ler com maior apreciação. Abraço.

  41. Igor disse:

    O texto “muito além da Julieta”, foi o que me conquistou nesse blog. Você é muito bom no que faz cara, escrever.

  42. Luiz Phelipe disse:

    Obrigado, Igor. “Muito além da julieta”, foi algo irreverente. Além do que, de costume, escrevo por aqui. Um texto que me agradou muito. Me diverti escrevendo.

    Volte sempre, abraço.

  43. Kelvin Mota disse:

    Vc costumava escrever com mais frequência… Dá mais uma renovada no blog depois, gosto dos textos, são legais.

  44. Luiz Phelipe disse:

    É o tempo curto, Kelvin… E o excesso de dogmática do direito, que aliena a gente, haha. Acredito que vou retomar, mesmo que aos poucos.

  45. kelvin mota disse:

    Certo rsrsrsrs.

  46. Igor disse:

    Acho muito rara a visão que você tem sobre as coisas, e o jeito como escreve, porém, não consigo entender por completo, muitos de seus textos, pois o vocabulário é muito rico e difícil de entender. Me deixou intrigado a visão que você tem sobre o filme Tropa de elite 2, verei o filme com outros olhos.

  47. Luiz Phelipe disse:

    Se “visão rara” se resumir em “visão diferente”, fico feliz. É bom fugir dos padrões conceituais. Talvez alguns textos sejam metafóricos demais, e isso impossibilite uma compreensão clara. É uma característica minha, mas posso trabalhar nisso, se necessário. Quanto ao filme, assista mesmo com uma visão mais crítica, só terá a ganhar.

    Agradeço a visita e o comentário. Abraço.

  48. kelvin Mota disse:

    “Hoje, meu nome está em pelo menos três das maiores revistas internacionais referentes a assuntos literários.” / “O carro existe, e é importado”.

    Falo considerando somente meu gosto, mas não gostei do final do texto, trechos como o de cima (na minha opinião) retiram a maturidade e a profundidade do texto.
    Não sei exatamente como me expressar, mas entendo que você não deveria ter saído daquele momento da canja, do sofá… Penso que seria melhor ter abordado exclusivamente aquele momento, como você soube fazer antes dos três últimos parágrafos.

    Sei que o trecho “Hoje, sentado no sofá, frente ao televisor, eu sinto falta de uma coisa: da canja quente e da colher com vestígios de sabão!” justifica essa saída daquele momento, mas ainda assim achei que a curta narrativa da ascensão social da personagem não está em harmonia com o resto do texto.

  49. kelvin Mota disse:

    rsrsrsr Só falo isso porque realmente gostei do texto, e o final meio que “rompeu com clima” que o texto apresentava… mas ainda assim achei o texto legal, e achei especialmente interessante a última frase. Parabéns Luiz Phelipe.

  50. Luiz Phelipe disse:

    Gostei particularmente da sua crítica sobre “Canja Quente”. Gostei porque concordo com tudo o que disse, haha. Realmente me perdi nesse momento da narrativa – cheguei a cogitar dois outros finais, ainda enquanto escrevia os primeiros parágrafos. Eu já reeditei algumas partes do texto, inclusive a que considerou que, “retirava a maturidade”, mas mantenho aqui o original, depois lhe mostro a outra “versão”, com cerca de 8 páginas, talvez lhe agrade, haha. Obrigado, mais uma vez!

  51. Luiz Phelipe disse:

    Ah, e se acostume, sou um cara que ainda insiste em algum tipo de catarse para desencadear ou finalizar a narrativa. hahaha.

  52. Adorei seus textos.

    Principalmente “Neomaquiavelismo”: usarás da demagogia, a forma como você resume o governo Lula e critica a falta de opção que sempre nos atormenta durante as eleições é excelente.

    Meus parabéns.

    Aguardarei novos textos.

  53. kelvin Mota disse:

    Gostei do seu texto de hoje, confesso que fiquei surpreso… Não imaginava você dando conselhos… rsrsrsrs Mas acho legal saber que você sabe (ou tenta) lidar com seus problemas dessa maneira.

  54. Luiz Phelipe disse:

    Hahaha, eu estou em um relacionamento de longa data (evidentemente com alguém que eu gosto), Kelvin, sou obrigado a saber (ou tentar) lidar com isso. É uma necessidade “harmônica” da convivência. Viu só, até os mais rudes, pessimistas e ateístas, amam.

    E Caroline Camargo, obrigado pelo elogio e, principalmente, pela visita. Aguardo sua visita mais vezes!

  55. Luiz Phelipe disse:

    Kelvin, retirei o texto que você se referiu (vão achar que você ta falando da Dilma, haha), mas é pra não tornar o blog um diário. O texto era em terceira pessoa, mas ainda ficou pessoal.

  56. Kelvin Mota disse:

    (vão achar que você ta falando da Dilma, haha), rsrsrss
    Verdade… Faz sentido.

  57. Kelvin Mota disse:

    Faz sentido o motivo do texto ter sido retirado (esclarecendo o comentário anterior)…

  58. Kelvin Mota disse:

    “Não é como vimos alguém, mas é se externamos isso sem ter certeza ou se não damos espaço para que os conceitos se eivem pela verdade.”

    Nesse último texto achei essa parte interessante, pois vivemos em sociedade com pessoas diferentes e devemos tomar cuidado para não desrespeitar aos outros, entretanto é realmente inevitável a existência de primeiras impressões.
    Também acho desagradável o fato de se criar um pensamento padrão ao qual se deve aderir para não ser considerado preconceituoso, tal exigência não faz sentido, afinal podemos ter uma boa convivência com pessoas muito diferentes de nós sem jamais concordar com a personalidade ou o modo de vida delas. Entendo que é possível discordar respeitando…
    O problema não é uma pessoa pensar desse modo considerado pela maioria como “politicamente correto”, o problema é quando essa pessoa se considera superior aos outros por isso, até mesmo porque a existência desse sentimento de superioridade é um sinal de que essa pessoa é hipócrita e adere ao “pensamento politicamente correto” exclusivamente para obter aprovação e elogios da sociedade…

  59. Kelvin Mota disse:

    hahahaha Esse texto me faz lembrar em certas regrinhas que inventam, tipo:

    Não fale a presidente, porque isso é machismo, fale a presidentA ( pelo menos se houvesse a palavra presidentO, isso faria sentido)…
    Não fale relação homossexual, isso é falta de consideração, fale relação homoafetiva… e por aí vai…

  60. Luiz Phelipe disse:

    Haha! Exatamente isso, Kevin. Abstraiu toda a ideia do texto.

  61. Kelvin Mota disse:

    “Autógrafo de epitáfio lúcido”- Luiz realmente gostei muito desse texto, de verdade mesmo.
    Apesar de gostar dos outros textos que você escreve eu me identifico e aprecio de maneira especial textos como esse mais recente, ou como “Abstraindo vida por um empirismo banal”, ou “Canja quente”, em relação a esse último (canja quente), como eu havia dito anteriormente, a única coisa que eu não achei interessante foi você ter saído daquele momento específico dos primeiros parágrafos para acrescentar eventos posteriores, algo que você não fez nesse novo texto.
    Dessa vez você trabalhou exclusivamente esse momento no quarto bagunçado, do computador ligado, dos livros… Trouxe os detalhes do quarto, da chuva lá fora, do tempo esfriando… Você captou o momento, captou toda a subjetividade da personagem, trazendo à tona os seus pensamentos e sentimentos e isso ficou realmente muito legal.
    Aguardo novos textos. Abraço.

  62. Kelvin Mota disse:

    Li os três textos “Bosquejos de Vincent”, ainda não tinha lido os anteriores, achei muito bom, gostei mesmo… Pessoalmente, gosto muito quando você escreve textos desse tipo, gosto muito das referências ao frio, aos sons… Aguardo os próximos textos, abraço.

  63. Luiz Phelipe disse:

    Me preocupa você se identificar tanto com esse tipo de texto, Kelvin! haha. Brincadeira, eu também aprecio muito esse intimismo mórbido. Leia Baudelaire, Allan Poe ou até mesmo o Stephen King, acho que vai gostar! E não se preocupe que ainda vem mais Bosquejos por aí, embora o Vincent esteja quase alcançando o destino dele.

  64. Kelvin Mota disse:

    ok, obrigado pelas recomendações, vou ler sim…

  65. Kelvin Mota disse:

    “Primeira poesia desse blog. Poucas vezes me arrisco por esse caminho, já que a poesia exige uma sensibilidade ímpar. Com sorte pude produzir algo que me agradou e compartilho aqui.”
    Eu também gostei, achei legal… o curioso é que no blog anterior que vc trocou por esse havia muitos poemas… hahaha

  66. Luiz Phelipe disse:

    haha! É verdade, levei um tempo para notar que não tinha talento. Aquele blog é ruim.

  67. Hey, Luiz, podemos escrever algo?
    Um abraço!

  68. Luiz Phelipe disse:

    Ricardo, meu caro, quanto tempo! Podemos não, devemos! Será uma honra.
    Grande abraço!

  69. Jordana disse:

    Louis,

    eu costumo gostar das primeiras vezes que tenho na vida. A maioria com certeza é desconcertante, mas a sensação da descoberta me faz arrepiar. Ler seu blog hoje foi quase isso.

    Claro que eu já esperava muitos pontos de vista seus, mas ainda assim, na divergência, gosto do modo como você escreve, e foi natural ter gostado daqui. O pouco de poesia e lirismo que vi me agradou um tanto! hahaha, Sei que é sacanagem te falar isso, mas seria muito mais se eu não falasse. (:

    Voltarei sempre e espero o convite pro sarau!

    Um beijo,

  70. Luiz Phelipe disse:

    Jordan, para gostar do que eu escrevo aqui (ainda assim, não tudo, claro), evite os textos políticos. Tem muita coisa que combina com você, muita mesmo, haha. Agradeço a visita, volte sempre!

    Ah, não se preocupe, o sarau chegará até você!

    Beijo!

  71. Anônimo disse:

    Legal o texto que você postou hoje Luiz, gostei… Não me peça para explicar porque, mas achei meio “fora do seu perfil” ( só impressão mesmo), mas ficou interessante…

  72. Luiz Phelipe disse:

    É bem fora do meu perfil. Não gostei nem um pouco dele e não duvide que o apagarei, haha. Mas agora, agora mesmo, postei mais um. Não tão fora de mim, já que gosto de contos, só meio “atrasado”. Há tempos não se vê um conto aqui.

  73. Kelvin Mota disse:

    Só para esclarecer, era eu no comentário anterior… saiu anônimo…

  74. Kelvin Mota disse:

    Como já comentei, o conto ficou legal sim… Gostei… Ainda prefiro aqueles que exploram de maneira mais profunda os sentimentos dos personagens, sempre com o narrador em primeira pessoa… Mas gostei de verdade desse aí também…( Depois posta outro com ambiente frio, chuvoso e cinzento trazendo todos os pensamentos e problemas do personagem kkkkkkkkkkkkkkk)

  75. Luiz Phelipe disse:

    Vou retomar o caso “Bosquejos de Vincent” (que você gosta), até encerrar a “série”. E entrar numa de contos fantástico e drama que também acho que você vai gostar. Mas talvez seja em outro blog, ou nem será publicado, te envio por e-mail.

  76. Arthur disse:

    Bacana! Eu, claro, poderia dizer algo melhor, e confesso que até vontades eu senti. No momento, me contento com o bacana… sabendo, ao certo, qual é o seu contentamento ( “o simples arquivamento das publicações, apesar de não rejeitar os elogios” – Bacana!) Seu blog, de fato é muito bacana (espero que guarde este modesto elogio)! Então… passo para dizer, ou até sendo mais específico, para perguntar.
    Na calada de algumas frias e solitárias madrugadas encontrei um texto que me redirecionou a este link (que com um movimento tão frágil e tão simples como mexer os olhos, enxergo na minha barra de endereço acima.) Na verdade, a referência que faço é ao facebook (local onde te encontrei) – Mas tudo bem… são apenas detalhes que eu não me sentiria confortável em não dizer.
    Disse acima que minha intenção era perguntar… e verdadeiramente, tenho a intenção de tão somente perguntar, e não contradizer/confrontar. Farei, portanto, uma pergunta-explicação (pergunta, porque anseio uma resposta, e explicação porque sei que você não me responderia sem explicar).
    Sendo mais objetivo, volto minha questão para a publicação de “Mar 31 2010”, entitulada como “Condenados pela dúvida”.
    Continuo no passo do bacana (a publicação é sim boa), mas o que alarmou minha curiosidade foi tão somente a maneira de como a publicação terminou. Transcrevo:
    “No mais, não volte a me incomodar!”
    Diante a isso, pergunto: Porque?
    Porque a dúvida ou a necessidade de saber “que horas são”, foi algo tido como um contra-senso ou algo tolo?

    Desde já, Obrigado.
    Arthur.

  77. Luiz Phelipe disse:

    Arthur, primeiramente obrigado pelo comentário e me desculpa pela demora na resposta, mas tenho passado pouco por aqui (infelizmente).

    O título já sugere que um dos personagem é “condenado” apenas por externar uma dúvida. Aponta um tipo de “saia justa” que uma pergunta despretensiosa pode gerar… Constrói uma situação ordinária, de um questionamento cotidiano, mas que silenciosamente pode implicar algum tipo de aflição àquele que é interpelado pelo questionador. Não chega a ser uma reflexão filosófica sobre “perguntar as horas e suas consequências” (rs), mas apenas uma epifania possível. É o quanto se pode extrair devaneios a partir de banalidades (com humor – ao menos era a intenção). Essa característica é recorrente em escritores contemporâneos, a exemplo de Fabrício Carpinejar, que faz uma grande reflexão sobre questões de gênero e relações humanas a partir do gesto de urinar sobre uma boneca jogada no mictório (sugiro a leitura, salve engano o texto se chama “Bonequinha de Luxo”). Quando o eu-lírico define que a frase “que horas são” é absurda, faz-se o exercício de uma ironia cômica de sanidade questionável daquele que fala, porque ele porta um relógio, mas não sabe a resposta (e, em tese, nada justifica não sabê-la).

    A crônica propõe a tríade entre o banal, o constrangedor e a narrativa do exagero, para construir a sua “graça”.

    Volte sempre e dê outras chances a este que voz fala (rs), leia outras crônicas, vamos ver o que mais o aflige, gostei da “dúvida-explicação”, responderia novamente com muito prazer.

    Grande abraço!
    Luiz Phelipe Fernandes.

  78. Luiz Phelipe disse:

    Demorei um pouco para respondê-lo, rs. Desculpe, amigo, não vi sua publicação antes. A princípio, agradeço pelo comentário.

    Veja, o texto é carregado de ironias. O final com “não volte a me incomodar” é um resumo de toda angústia que o personagem sofreu pelo constrangimento de, mesmo estando de relógio, não ser possível passar a informação. A pergunta “que horas são” não é um contrassenso, nem algo tolo. É, pelo contrário, natural. Contudo, a par dessa indagação (cotidiana, diga-se de passagem) o personagem desenvolveu uma epifania a partir de um problema especificamente particular – ele, em especial, não tinha como dizer que horas eram e se via em uma situação constrangedora e possivelmente reiterada. É desse quadro que a pergunta se torna um problema… No universo singular do eu-lírico, e a sua realidade influenciando o caso concreto.

    Volte sempre. Grande abraço!

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