De todas as vontades guardadas, você foi a única que “alforriou” os meus desejos. De todas as mágoas engarrafadas, foste a que eu saboreei com duas pedras de gelo. De todos os refúgios isolados, você foi o abrigo que encontrei primeiro. De todas as verdades escancaradas, a única que acreditei sem devaneios. De todas as tolices e mancadas, o erro que eu escolhi sem medo. De todas as duvidas entrelaçadas a certeza que anteviu ao receio. De todas as dores amordaçadas, a cura em meio ao desespero.

E como um coletivo de cores numa moldura, você reluziu. De todos os sentidos, em minha ocasião, foi a quem sentiu. A única que ao passar por mim me viu, e veio.

Num Complexo da vivencia cujas explicações eu não sei, de tantas ocasiões e corações assim, na oportunidade de lhe falar direi: foste a única, nessa overdose de sentidos que eu, definitivamente amei. E embora você categoricamente saiba, eu repito: és a última que amarei.

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