“Profetizando a estupidez”: Metáfora II

Francamente, sem desperdiçar lágrimas, não merecem nem mesmo “auto-piedade”. “Merecer” é uma palavra sem conceito, todo mérito é relativo e todo fim tem direito a desvio. O banquete foi posto à mesa, há pouco mais de 500 anos: viva a carnificina! Macabros somos nós, que nos digerimos dia a dia. Nós, os terríveis. Façamos medo a eles, os mortos. Pois o nosso medo é só do presente já que a expectativa não cumpriu a visita e a utopia da vez é a do “futuro próximo”. Palavras não terão força, sorrisos serão dentes expostos, as ações perderão todo significado e os sentidos, por si só, constantes. Quando esse dia chegar, teremos cérebro humano como prato principal, já que o coração tem alguma utilidade.

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