Uma reflexão; dá-lhe “república”.

E lá vão eles…

Homens de “pele” clara que, do alto, avistam o morro. Ajustam a gravata e distribuem sorrisos não retribuídos. Sorrisos de descaso, de homens do acaso, pais da incoerência moral. A sátira da incompetência.  São homens de alto poder aquisitivo, que fazem da miséria alheia um prato saboroso e sugestivo, onde é consumido cru, o coração e a dignidade do pobre. Homens de Estado único, de lar “consolidado” e passagens aéreas incertas… De bolso cheio e mente vazia. De arrogância e demagoga “simpatia”. De má fé braço dada à eloquência da maldade, aquela que subordina aqueles que caminham a sós. Aos sonhos da desigualdade nas mãos de um “infrator”.

  Homens de tamanha incoerência, de descaso com a regência, que planejam nos afogar no seu mar particular, vulgo “mar de lamas”. Nós ficamos assustados, demoramos conseguir entender que estava tudo planejado e que eles se passavam por nossos representantes… O pior, é que a culpa é nossa, da nossa impotência e da nossa tolerância.

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