E agora? Nem eu sei.

Nem cercado de um milhão de pessoas, a humanidade consegue amenizar a insignificância da sua existência. Contudo, vim a descobrir que existem casos, onde sozinho, ele consegue ser ainda mais medíocre. Surge a necessidade de “alguém”, tão forte e vital quanto as outras.  

 

Eu estou feliz, isso me limita nas palavras. Talvez seja um momento mais de sentir do que “falar”. O Luiz Phelipe que escreve é impenetrável, triste e por isso tão íntegro. Ele era(é) “satisfeito” com a situação – jamais contente. Como se dá na introdução, estou limitado (no quesito construção textual). As palavras fogem, os sentidos são imperceptíveis, as teorias se dissolvem, volto a cair em contradição e me conformar de que não sei nada da vida, não sei nada sobre o ser humano e nem quero aprender.

 Depois de muito tempo, eu não estou só.

 Ao leitor; conforme-se com um texto cru como nenhum outro e sincero como todos aqui.

 Meu texto é pobre, como a nossa carne – junto aos ossos, músculos e terminações nervosas, que são taxadas complexas, mas estão descritas em qualquer livro de biologia – porém, assim como a mesma, é vivo. Ele pulsa, ele respira a verdade que é escrita entrelinhas. A realização anda conforme a vontade enquanto meu veículo é a paciência… Que não seja outro “aprendizado”.

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