Onde Está Freud?

A abstinência de relacionamento, – ou sentimentos, que seja – nos deixa tão vulnerável às tolices psicológicas… Tudo é amor, qualquer atração, qualquer “apego”, já desloca o raciocínio e a lógica. Que bom que às vezes percebemos que estamos errados; e quando não? 
É bom ter o controle, aliás, o falso-controle, o real de fato inexiste. Acostumei a ter todas as minhas relações nas mãos, parece que é a única forma de me envolver com alguém, isso reflete até nas amizades. O amor é o inverso, é quando não se sabe o que vai acontecer, não sabe como vai ser, é regado a incertas e a grandezas que não podem ser calculadas ou medidas – sem levar em conta razão áurea, da matemática e/ou feroêmonios, da química. Ainda não aprendi a ser assim tão tolo, minto, até já passei por isso, mas por conseqüências diversas aprendi esquecer como “funciona”. Produzo “antígenos” nessas situações, e digo, nem é tão ruim. Passei a evitar os relacionamentos como se fosse algo a ser rejeitado pelo meu organismo. Enfim, não me apego. 
Nunca tive problemas, me adaptei, mas hoje fico louco e repito: A abstinência causa turbulências, onde prevalece o “parece mais não é”. 
Vou indo, feliz ou não, mas solteiro. Não pretendo ceder, a responsável pelas dúvidas e pelo transtorno não terá o prazer de desfrutar do meu bom e efêmero sentimento. Vou por mim a alimentar meu narcisismo. 

Beijos Quentes.

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3 pensamentos sobre “Onde Está Freud?

  1. Fernando disse:

    “É bom, ter o controle” – essa virgula existe?
    gostei do título ;D
    não concordo com nada daí, vc sabe…mas se vc curte, vai.
    Até o/

  2. Luiz Phelipe disse:

    Não é para concordar… O texto é sobre mim.

    E eu entendo, tu é adepto ao amor extremo e a paixões loucas e insanas. Temos escolhas, eu fiz a minha.

  3. Luiz Phelipe disse:

    Acho que a sua leitura foi precipitada – quanto a vírgula.

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